Veto de romance entre judia e palestino gera campanha libertária em Israel

Dorit Rabinyan, autora do romance 'Borderlife' e o ministro da educação Naftali Bennet, que proibiu sua leitura nas escolas públicas de Israel.

O Ministério da Educação de Israel baniu do currículo escolar o livro “Barreira Viva”, romance entre uma judia e um árabe.

A revista ‘TimeOut Tel Aviv’ produziu um clip onde casais de judeus e árabes se encontram e se beijam.

Segundo a revista, a melhor resposta para outra semana de banho de sangue, racismo, censura e angústia existencial é abrir o coração e desafiar os setores e as fronteiras.

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Shin Bet descobre plano de extremistas para destruir o Estado de Israel

Seguranças do Fórum observam judeus ultranacionalistas protestando contra métodos de interrogatórios 'duros'

Investigação do Serviço Secreto e da polícia de Israel desvendou um plano para destruir o Estado de Israel e levou à incriminação de dois extremistas judeus suspeitos pela morte da família palestina Dawabsha no vilarejo de Duma, Cisjordânia.

Israel se conscientiza de que as ameaças existenciais que enfrenta não vêm apenas do seu entorno, mas também de dentro da sociedade israelense.

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Netanyahu – um show de horror e manipulação do medo

Netanyahu visita pub onde dois rapazes foram assassinados. Tel Aviv, 02|01|2016

Netanyahu não perde uma chance de fomentar o ódio contra os árabes de Israel.

Alguns discursos recentes , incompatíveis com um chefe de Estado democrático:
1. Nas últimas eleições em Israel, apelou aos judeus para votarem nele, “pois os árabes estavam indo em massa às urnas”;
2. Há poucos meses, declarou que o culpado pela decisão de Hitler pelo Holocausto havia sido um líder palestino;
3. Aproveita-se agora (leia o artigo) do sangrento atentado praticado por um “lobo solitário”, para apontar toda a comunidade árabe-israelense como suspeita de terrorismo.

Para se garantir no pode, Bibi só quer ver o circo pegar fogo. Às custas de muito sangue inocente.

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Nós, defensores da paz e da democracia, não seremos silenciados !

Os defensores da paz em Israel não seremos silenciados!

O PAZ AGORA protesta contra golpe da ultra-direita contra a democracia israelense.

O governo de Netanyahu está implementando uma nova lei que impõe novos procedimentos para a transferência de recursos a organizações não lucrativas que recebem fundos do exterior, mirando cercear as atividades de instituições da sociedade civil que defendem os direitos das minoria e a paz com os palestinos.

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Meir Ettinger – O rosto de terrorismo judeu

Ettinger no Tribunal

O terrorismo judeu que quer acabar com o Estado de Israel.

O Shin Bet o descreve como uma figura central do terrorismo judeu, ‘um criminoso ideológico violento e perigoso’.

Entre os postos avançados de assentamentos em que vive desde seus quinze anos, até sua prisão administrativa após os assassinatos de Duma, o neto do rabino Meir Kahane formou uma ideologia radical e anti-sionista.

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Israel – de Ben Gurion a Netanyahu

O Estado de Israel - do "pequeno grande Homem" (Ben Gurion) ao "grande pequeno homem" (Netanyahu)

O Estado hebreu, aquele que se forjou durante os dois mil anos do povo judeu no exílio, está desaparecendo.

aquele judaísmo de uma comunidade dispersa que odiava a violência e a sofria.

O que estamos vendo é uma mutação terrível. Um judaísmo arrogante, fanático e violento. Um judaísmo que pode enterrar o Estado, do mesmo modo como o fizeram os fanáticos com o Segundo Templo.

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Caetano Veloso, Alberto Dines e o Resgate do Sionismo

Caetano e Gil com Shimon Peres na véspera do show em Tel Aviv

Entre o Caetano que não cedeu ao BDS e o que chorou pela tragédia dos palestinos, ficamos com os dois.
O verdadeiro sionismo não tem nada a ver com a manipulação que Netanyahu faz do Holocausto.
A política cega de ocupação é a grande culpada pelo aumento do antissemitismo e do isolamento de Israel.

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Ver: Amor

Universidade Hebraica de Jerusalém

Há israelenses e palestinos que querem a paz e a coexistência e outros que conspiram contra elas.

A política do boicote a Israel (ou seja, contra o seu povo) é um equívoco: só produz mais ressentimento, fortalece os extremistas de ambos os lados, detona as pontes e impede o diálogo.

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