O governo de Israel não parece ter-se perguntado como a sua crescente preocupação com a ameaça nuclear do Irã pode interagir com a "primavera árabe", na ausência de um processo de paz. A coalizão de Netanyahu parece muito confortável com o isolamento internacional e regional que suas políticas têm imposto. Israel deverá pagar um preço alto por elas.... (Continuar lendo)
Para que uma mudança do Hamas e a reconciliação palestina se tornem ferramentas do processo de paz, há necessidade de uma nova abordagem pelo Quarteto em direção a uma "nova OLP" que inclua o Hamas e a criação de um Estado Palestino independente...... (Continuar lendo)
Um dos resultados mais imediatos da primavera árabe foi e será eleições livres e democráticas. Na Tunísia e no Egito, as eleições foram acompanhadas por transformações rumo à democratização e liderança transparente. Israel, que gosta de se retratar como "a única democracia na região", deveria comemorar as novas matrículas para este clube.... (Continuar lendo)
Citando um aumento 'dramático' na demolição por Israel de casas palestinas, representante da ONU demanda a parada imediata das demolições em território ocupado...... (Continuar lendo)
Shimon Peres declarou que Israel tem o dever histórico de fazer a paz com os palestinos, de acordo com o que referiu como a tradição judaica que não permite a judeus que dominem outro povo. A solução - disse - é dois Estados para dois Povos.... (Continuar lendo)
O governo Netanyahu está promovendo o assentamento em áreas que inviabilizariam a criação de um Estado Palestino soberano ao lado de Israel. Várias negociações entre Israel e os palestinos revelaramo que a construção de assentamentos nestas áreas críticas inviabilizaria um futuro acordo...... (Continuar lendo)
Nessas circunstâncias, seria uma ingenuidade absurda desejar que o ano que vem seja um "ano de paz" aqui no Oriente Médio e me contento em desejar que 2012, apesar de todos esses cenários sombrios, seja um ano sem guerras...... (Continuar lendo)
A pesquisa foi conduzida conjuntamente pelo 'Harry S. Truman Research Institute for Advancement of Peace' da Universidade Hebraica de Jerusalém e o 'Palestinian Center for Policy and Survey Research' de Ramallah. A pesquisa mostra um aumento no apoio - nos dois lados - ao esquema dos planos Clinton e Acordo de Genebra para um acordo permanente.... (Continuar lendo)
... lembra que, além de Sharon, "todos os líderes que participaram da desocupação (de Gaza) sofreram a maldição da retirada", entre eles vários ministros, o ex-primeiro-ministro Ehud Olmert (ainda acusado de corrupção) e o ex-presidente Moshé Katsav (preso por estupro e abuso sexual).... (Continuar lendo)
"A decisão correta foi aliviar a escassez de moradia destinada a casais jovens em Israel, com ênfase na capital, Jerusalém", declarou Atias. Por sua vez, os palestinos condenaram o novo anúncio com firmeza e fizeram um apelo à comunidade internacional para que responsabilize Israel por suas ações. ... (Continuar lendo)
As maiorias dos palestinos e israelenses sabem que precisam partilhar a terra entre o Mediterrâneo e o Rio Jordão. Em 1993, Yitzhak Rabin apertou a mão de Yasser Arafat, depois que a OLP e Israel trocaram cartas de reconhecimento...... (Continuar lendo)
"O Exército, a policia e o serviço de Inteligência ficam de braços cruzados quando colonos cometem atos de vandalismo contra habitantes palestinos, incendeiam mesquitas e plantações, depredam casas e veículos, e agora continuam de braços cruzados quando atacam bases militares e oficiais..." ... (Continuar lendo)
A mensagem do mundo árabes: "o conflito Israel-Palestina tem um papel simbólico enorme. Ajude-nos a cortar o islamismo radical, resolvendo este conflito que se tornou o símbolo da arrogância e desrespeito do Ocidente pela cultura árabe...... (Continuar lendo)
Mesmo apoiadores antigos e consistentes de Israel se decepcionaram e estão se distanciando, do que vêem como o abandono por Israel dos seus "valores compartilhados". Em favor do nacionalismo, o silenciamento dos críticos e do fanatismo religioso.... (Continuar lendo)
O mundo árabe é hoje bem mais conservador do que há uma geração. As vozes laicas parecem periféricas em relação ao discurso religioso. Raro é o político árabe atual que apoie especificamente o secularismo; em árabe, essa palavra é praticamente sinônimo de ateísmo.... (Continuar lendo)