Do pacto perverso aos conflitos universais
Como a propaganda, associada ao carisma, pode induzir, até um povo culto, à barbárie e ao terror.
Como a propaganda, associada ao carisma, pode induzir, até um povo culto, à barbárie e ao terror.
Assisti ao filme “Herói do Nosso Tempo“, do diretor Kadu Mihaileanu. No elenco, a sempre bela Yael Abecassis, atriz estrela de Kedma, de Amos Gitai. Outro filme excelente. “Em 1984, cerca de oito mil etíopes judeus fizeram uma caminhada de aproximadamente 600 quilômetros até Israel. Eles fugiam do regime pós-soviético …
Tamar e Assaf, são dois adolescentes que, de alguma maneira, deixam o passado para trás em favor de um futuro desconhecido e de uma nova identidade em construção.
Oz viveu, ainda criança, o momento em que (1947) a ONU decidiu a criação de dois Estados, um judeu e um palestino, no território antes sob mandato britânico. Ouviu do seu pai: “Esta noite, meu filho, você nunca vai esquecer, até o último dia de sua vida, e sobre esta noite você ainda vai contar a seus filhos, netos e bisnetos”, diz o pai.
” O Holocausto deve servir como lição para a Humanidade e não como lição de divindade. “
‘Achamos uma boa idéia transmitir a canção, disse o diretor de programação da Voz da Palestina. Concordamos em transmitir em conjunto com a Rádio do Exército [de Israel] e não fizemos nenhuma pergunta. Escutamos a música. É boa e fala sobre paz. Então dissemos: por que não?’
O Conselho dos Colonos resolveu criar um “exército de resistência” para operar contra o EDI (Exército de Defesa de Israel) e a polícia israelense durante o desligamento. Os colonos querem capitalizar a experiência de oficiais de reserva opostos ao plano de evacuação, para sabotar o desligamento usando meios criativos, caso fracassem seus esforços políticos.
“A qualidade dos textos e o gabarito dos autores têm colocado essa newsletter como referência para todos os que querem uma informação objetiva e imparcial do conflito israelense-palestino”, afirma Moisés Storch, coordenador do grupo Amigos Brasileiros do Paz Agora.
Talvez, aquilo com que realmente me identifico, seja precisamente esse sentido de solidão, ferida e perseguição, de ser estrangeiro neste mundo…