O Sionismo Religioso de Esquerda Cresce

Ao longo da história, os lugares sagrados funcionaram como espaços inter-religiosos compartilhados e não como focos de atrito.

E então, repentinamente, colonos chegam na década de 1980 e geram o completo oposto: de um lugar que lançava suas bênçãos sobre todos ao seu redor, para um lugar que precisa ser protegido daqueles que o cercam e que são [percebidos como] uma ameaça à sua pureza.”

“Estamos tentando reconstruir a tradição, purificá-la do que lhe aconteceu depois de 1967, ensinar e aprender a religião esquecida chamada Judaísmo. Essa linha vital da tradição torna possível pensar em termos de algo que precedeu Israel e o Sionismo. Temos sabedoria à qual recorrer – a sabedoria das gerações.”

Os princípios que norteiam os sionistas religiosos humanistas são igualdade e compaixão.

Assim como nos protestos contra o golpe de Estado, em que a bandeira foi resgatada, sugiro que o público secular resgate o judaísmo.

O judaísmo como cultura, como inspiração, como herança, nos conecta identitariamente e também tem o potencial de criar coisas belas.

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https://www.pazagora.org/2025/11/o-sionismo-religioso-de-esquerda-cresce/

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Resposta: ‘Nakba contínua’ expressa sofrimento palestino, mas é apenas parte da verdade

Daniel Golovaty:

– Solução de Dois Estados é a única justa, bem como abdicação por Israel de territórios e desmantelamento de assentamentos na Cisjordânia;

– Parte da comunidade internacional não está contra o Estado judeu, mas contra o governo de Binyamin Netanyahu e seus crimes em Gaza;

– Nos países ocidentais, as forças regressivas e antissemitas se encontram sobretudo em movimentos políticos da sociedade civil, convergindo para o antissionismo, que herda a carga do velho antissemitismo;

– A Nakba foi a fuga/expulsão de palestinos que derivou da posição árabe de rejeitar a decisão da Assembleia Geral da ONU para a partilha da Palestina em dois Estados e partir para uma guerra de extermínio contra os judeus da região;

– Como sabem até as pedras de Jerusalém, a Solução de Dois Estados para dois povos é a única solução possível e justa para o conflito israelense-palestino, pois é a única que atende aos inalienáveis direitos de autodeterminação e segurança de ambos os povos.a

– Falar em paz sem desocupação é fraude. Mas falar em paz sem renúncia ao direito de retorno ao território sobrano de Israel também é fraude.

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Reféns de Netanyahu | Agenda de domingo 26/11 | Pelo Cessar-Fogo

Demétrio Magnoli | Reféns de Netanyahu

Na diáspora, como minoria (e, frequentemente, minoria perseguida), os judeus desenvolveram uma sensibilidade particular para os direitos humanos. Já em Israel, os judeus são maioria – e, desde 1967, cidadãos de um Estado ocupante.
…..
26/11 | domingo
> 11h PRAÇA DOS ARCOS|SP | Ato Publico de JUDIAS E JUDEUS PELO CESSAR-FOGO

> participe das ‘lives’
14h: YAIR GOLAN
18h: MOSSI RAZ

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Judeus da diáspora são reféns do comportamento de Israel

Quando o governo de Israel gera antissemitismo…

Os judeus da diáspora aprenderam da maneira mais difícil que, qualquer que seja a sua filiação ou política, tornam-se um saco de pancadas para os duros críticos das ações de Israel, com incitamento que descamba para o antissemitismo

O Israel “oficial” está de fato convencido de que a solução sionista é a única solução para o chamado “problema judaico” – antissemitismo, privação de direitos e identidades conflitantes do povo judeu ao longo da história – e, portanto, designa Israel como o representante oficial e exclusivo do povo judeu

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JUDAÍSMO DIASPÓRICO E JUDAÍSMO ISRAELENSE (Bernardo Sorj) – parte III | no Brasil

III -JUDAÍSMO NO BRASIL

O judaísmo em nossa região é um judaísmo periférico, isto é, com pouca autonomia cultural, associado a uma baixa, e decrescente, densidade demográfica..

do judaísmo americano recebemos a influência religiosa –do movimento conservador, do reformista e dos Lubavitch. Este último modificou o panorama do judaísmo ortodoxo tradicional, trazendo técnicas de proselitismo inovadoras, e se transformou na principal referência do judaísmo religioso ortodoxo.

As correntes reformistas e conservadoras, passaram a concentrar o maior número de afiliados.

De Israel veio a influência política nas instituições representativas da comunidade, que passaram a ter na sua defesa uma de suas principais missões, e penetrou nas escolas judaicas através da utilização do hebraico como matéria obrigatória e em geral a utilização de símbolos, narrativas e o ensino do hebraico.

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JUDAÍSMO DIASPÓRICO E JUDAÍSMO ISRAELENSE (Bernardo Sorj) – parte II : Mutações

PARTE II – MUTAÇÕES DO JUDAÍSMO

… um mundo que abria como promessa de igualdade, mas que na prática mantinha em boa parte da população não judia os preconceitos do passado ou atualizados por novas ideologias racistas, e de outro lado, os laços subjetivos que cada judeu à sua maneira mantinha com a tradição, incluindo relações familiares e comunais.

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Como a sociedade alemã responde à guerra entre Israel e Hamas?…

Mesmo aqui na Alemanha paira a ideia de que todos os judeus e árabes a priori se odeiam.

A receptividade de meu discurso foi muito positiva e um trabalho conjunto inter-religioso foi semeado depois da manifestação.

Leia mais no texto original: (https://www.poder360.com.br/opiniao/como-a-sociedade-alema-responde-a-guerra-entre-israel-e-hamas/)

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Prédica de Ano Novo de rabina-chefe da Sinagoga Central de Nova York pede ao judeus dos EUA solidariedade aos protestos de israelenses contra o golpe de Netanyahu

ASSISTA A ÍNTEGRA DA PRÉDICA AQUI

Num sermão de Rosh Hashaná que desde então se tornou viral, uma das mais conhecidas rabinas reformistas da América do Norte instou os seus fiéis a apoiarem e a se envolverem com os manifestantes pró-democracia em Israel, que estão “gritando de dor”.

Rabina Angela Buchdahl. “A maioria dos judeus americanos tem apoiado pouco os nossos valores em Israel. Se você quiser ver mudanças, fortaleça os manifestantes, apoie o movimento reformista israelense, financie as ONGs que constroem um Israel mais justo, democrático e pluralista.”

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