Colono em assentamento ilegal: ‘Esta terra é nossa. Eu é que faço as leis aqui”

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Colono em assentamento ilegal:
Esta terra é nossa. Eu é que faço as leis aqui”

A TV israelense revelou como os ministros Smotrich e Strook conseguiram desviar toneladas de dinheiro público para construir 174 outposts ilegais na Cisjordânia.

O PAZ AGORA exigiu a demissão imediata do chefe do Comando Central, Major-General Avi Bloth, afirmando que o exército havia se tornado uma ‘força de apoio aos postos avançados [ilegais]’

Leia também a CARTA DO PAZ AGORA ao Chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel, pedindo a demissão do Major-General Avi Bluth , que vem apoiando o estabelecimento de postos avançados terroristas judeus ilegais.

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https://www.pazagora.org/2025/12/19375/

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PAZ AGORA NA JUSTIÇA CONTRA VIOLÊNCIA DOS COLONOS

PAZ AGORA na Justiça contra VIOLÊNCIA dos COLONOS

1. CISJORDANIA:
Colonos desrespeitam liminar e se mudam para outpost ilegal perto de vila palestina/beduína – quando a atenção estava focada na devolução de reféns pelo Hamas.

É clara a política de grupos de colonos violentos da infernizar a vida de moradores palestinos da Cisjordânia, de forma a forçá-los a abandonar suas terras, como tem acontecido em inúmeros casos na região. E nisso contam com o suporte do atual governo de Israel.

2. JERUSALÉM ORIENTAL:

700 moradores árabes do bairro de SILWAN estão sendo despejados de moradias onde vivem há décadas, pela Ong israelense-americana Ateret Cohanim, amparada por uma lei discriminatória.

Conheça SILWAN, um bairro estratégico para o futuro Estado Palestino, pois liga a quadra muçulmana da Cidade Velha de Jerusalém à Cisjordânia.

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Resposta: ‘Nakba contínua’ expressa sofrimento palestino, mas é apenas parte da verdade

Daniel Golovaty:

– Solução de Dois Estados é a única justa, bem como abdicação por Israel de territórios e desmantelamento de assentamentos na Cisjordânia;

– Parte da comunidade internacional não está contra o Estado judeu, mas contra o governo de Binyamin Netanyahu e seus crimes em Gaza;

– Nos países ocidentais, as forças regressivas e antissemitas se encontram sobretudo em movimentos políticos da sociedade civil, convergindo para o antissionismo, que herda a carga do velho antissemitismo;

– A Nakba foi a fuga/expulsão de palestinos que derivou da posição árabe de rejeitar a decisão da Assembleia Geral da ONU para a partilha da Palestina em dois Estados e partir para uma guerra de extermínio contra os judeus da região;

– Como sabem até as pedras de Jerusalém, a Solução de Dois Estados para dois povos é a única solução possível e justa para o conflito israelense-palestino, pois é a única que atende aos inalienáveis direitos de autodeterminação e segurança de ambos os povos.a

– Falar em paz sem desocupação é fraude. Mas falar em paz sem renúncia ao direito de retorno ao território sobrano de Israel também é fraude.

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Receitas para um ano novo feliz

Receitas para um Ano Novo com esperança

Rab. SHARON BRUS – prédica de Rosh Hashaná, face às imagens de um refém cavando a própria coVa e famílias famintas em Gaza… | Yuval Harari

– JOHN OLIVER disseca os antecedentes de Netanyahu;
– PETER BEINART e JON STEWART dialogam sobre os rumos do judaísmo e do sionismo após a destruição de Gaza

Que este cessa-fogo precário conduza a uma PAZ JUSTA E DURADOURA ENTRE DOIS ESTADOS – ISRAEL E PALESTINA!

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Israelenses estão sendo punidos coletivamente, assim como meu governo faz com palestinos, diz Fania Oz | entrevista 6/10 e palestra 14/10

Fania Oz

Entrevista de Fania Oz em 05|10|25

Filha do renomado romancista Amós Oz, morto em 2018, Fania Oz ocupa uma posição incômoda na sociedade israelense atual: a de uma moderada.

Ainda traumatizada pelos ataques de 7 de outubro de 2023, que completam dois anos nesta terça-feira (7), a historiadora diz que os atentados terroristas do Hamas não podem ser uma desculpa para o que ocorre no território palestino.

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Recursos de palestinos e contribuintes israelenses desviados para a Ocupação

O Gabinete de Segurança alocar US 97,2 milhões para a construção de uma estrada entre Elazariya e A-Za’im .

Na prática, a nova estrada criaria um sistema rodoviário segregado para israelenses e palestinos (uma estrada de apartheid), o que permitiria a Israel fechar uma vasta área no coração da Cisjordânia aos palestinos, desviando o tráfego deles para um desvio especial, e anexando toda a área de Ma’ale Adumim a Israel e construindo o plano E1 .

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Colonos ilegais na Cisjordânia querem inviabilizar Estado Palestino

Clbertura pela BBC das guerras contra Cisjordânia e Gaza;;
+20 assentamentos ilegais ma Cisjordânia;

– Smotrich, disse que as pessoas em Gaza estariam “totalmente desesperadas ao entender que não há esperança e nada a esperar em Gaza”, e buscariam realocação para começar “uma vida nova em outros lugares”.

– Israel disse que medidas tinham o objetivo de pressionar o grupo armado a libertar os 58 reféns ainda mantidos em Gaza, dos quais acredita-se que pelo menos 20 estejam vivos.

> PAZ AGORA: medida transformaria drasticamente a Cisjordânia e consolidaria a Ocupação”. a anexação dos territórios ocupados e a expansão dos assentamentos são os objetivos centrais deste governo.”
– a anexação dos territórios ocupados e a
Fome forçada em Gaza são crimes de guerra;

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https://www.pazagora.org/2025/05/colonos-ilegais-na-cisjordania-querem-inviabilizar-estado-palestino/

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Sim, é hora de reconhecer o Estado da Palestina!

HORA DE RECONHECER O ESTADO DA PALESTINA

Nós, os líderes do LA PAIX MAINTENANT e do JCALL, temos pedido o estabelecimento de um Estado Palestino ao lado de Israel – e temos feito isso desde a criação de nossos movimentos. De fato, os palestinos têm direito ao seu Estado, assim como os judeus, que obtiveram o seu em 1948.

O status quo, que vinha desmoronando gradualmente, está em frangalhos desde o ataque de 7 de outubro e os massacres perpetrados pelo Hamas em Israel e a guerra assassina que se seguiu em Gaza. 

É porque estamos ligados a Israel como Estado judeu e democrático aberto ao mundo, é porque recusamos a continuação da Ocupação e dominação de outro povo por Israel, é porque queremos que este povo possa ter o seu próprio Estado livre e independente ao lado de Israel, que apelamos pelo seu reconhecimento.

Apoiamos o plano que foi previsto para incluir este reconhecimento pela França no quadro geral de um plano de paz regional,

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