Categoria: Eventos
Yael Dayan – como podemos contribuir para a paz, agora.
YAEL DAYAN e PAZ AGORA|BR Podemos sim, como brasileiros, dar nossa contribuição para a paz no Oriente Médio. E esta não será feita através do silêncio…
Yael Dayan traz Genebra ao TUCA
Os Amigos Brasileiros do PAZ AGORA lançaram um apelo de solidariedade aos pacifistas palestinos e israelenses, que já conta com o apoio de instituições como a Associação Palas Athena e a REDEPAZ, promovendo a adesão ao ‘COLETIVO DOIS POVOS-DOIS ESTADOS’, já apoiado por mais de 80 instituições e 5.000 pessoas no mundo…
Mobilização pela paz permanente entre Israel e Palestina
A Iniciativa de Genebra, apesar de desprezada pelo governo Sharon, suscitou intensos debates e apoios na socidade civil israelense.
Givat Haviva – onde duas estradas se encontram
O Centro Judeu-Árabe de Educação para Paz de Givat Haviva, Israel, foi premiado com o Prêmio de Educação pela Paz da UNESCO, “em reconhecimento aos grandes esforços na área de educação pela paz, promoção da paz e não-violência e em apreciação ao trabalho em prol da resolução de conflitos através do diálogo”…
PAZ AGORA com Sharon: "Chega de Ocupação"
Marco da Paz – de São Paulo a Israel e Palestina
A cidade de Nazaré, em Israel, sedia a Conferência Internacional ‘Construindo uma Cultura de Paz’, iniciativa da REDEPAZ apoiada pelo PAZ AGORA|BR e patrocinada pela UNESCO e o Centro de Paz Árabe-Judaico, Givat Haviva. Na abertura do encontro, os dois prefeitos de Nazaré estiveram presentes. Cada um recebeu uma réplica do Marco da Paz da Associação Comercial de São Paulo.
PAZ AGORA consolida rede internacional
Manifestações anti-guerra reúnem milhões em todo mundo
Mais de quatro milhões de manifestantes uniram forças ao redor do mundo no sábado para enviar uma dura mensagem ao presidente dos EUA, George W. Bush: “Dê uma chance à paz e não se apresse para entrar na guerra contra o Iraque.”
Em centenas de cidades ao redor do mundo, de Bangkok a Bruxelas, de Camberra a Calcutá, os manifestantes tomaram as ruas. Na maior demonstração do “poder popular” desde a Guerra do Vietnã, eles criticaram a intenção de George Bush invadir o Iraque.
Não a Saddam! Não a Bush! Sim à Paz!
Uma ação que não seja justificada e referendada pela comunidade das nações, levará a uma radicalização que tornará ainda mais árduo o caminho para uma paz negociada com o estabelecimento do sonhado Estado Palestino ao lado de Israel. Ser contra a guerra no Iraque não significa apoiar o regime sangrento de Saddam Hussein. É defender o direito fundamental à Vida de dezenas ou centenas de milhares inocentes. É defender um mundo mais digno para todos nós, habitantes da Terra…




