Vinte anos após o assassinato de Yitzhak Rabin’, os israelenses devem repensar suas prioridades nacionais e agir. Seguir o caminho de Rabin ou o do seu assassino?
Cada nova casa construída nos assentamentos mina a viabilidade de se separar a terra entre israelenses e palestinos e ameaça a identidade judaica e democrática do Estado de Israel.
A mensagem do mundo árabes: “o conflito Israel-Palestina tem um papel simbólico enorme. Ajude-nos a cortar o islamismo radical, resolvendo este conflito que se tornou o símbolo da arrogância e desrespeito do Ocidente pela cultura árabe…
Mesmo apoiadores antigos e consistentes de Israel se decepcionaram e estão se distanciando, do que vêem como o abandono por Israel dos seus “valores compartilhados”. Em favor do nacionalismo, o silenciamento dos críticos e do fanatismo religioso.
Projetos de leis dificultando a ajuda financeira de governos estrangeiros a ONGs “políticas” israelenses – impondo taxas de 45% sobre doações e limitando seu valor – afetarão organizações que monitoram dispositivo central do Pacto Comercial Israel-União Européia de 2002…
“O pedido de adesão dos palestinos à ONU é mais que legítimo”, opina Moisés Storch, coordenador dos Amigos Brasileiros do PAZ AGORA, Para ele, a política externa de Israel “tem sido absurdamente autodestrutiva”,
Os palestinos pedem essencialmente aquilo que vem sendo prometido há muito tempo pela comunidade internacional – e que foi prometido por governos israelenses passados: uma solução de dois Estados, palestino e israelense, baseado nas fronteiras de 1967 e com Jerusalém dividida como capital de ambos.
Matar o processo de Oslo, desistir da solução de Dois Estados e perpetuar o domínio de Israel sobre milhões de palestinos ameçam sua própria existência enquanto Estado judeu e democrático.