Um Paz Agora Árabe!
É necessária uma coalizão entre movimentos pacifistas israelenses e árabes para assegurar ao povo árabe e israelense que a paz é possível e frutífera~
É necessária uma coalizão entre movimentos pacifistas israelenses e árabes para assegurar ao povo árabe e israelense que a paz é possível e frutífera~
Existe um temor bem fundado de que, quando o plano de fases de Sharon estiver completado, descobriremos que o compromisso político desejado pela maioria da nação não será mais possível. Os assentamentos estarão nos amarrando à “Grande Terra de Israel” e a Autoridade Palestina estará sendo completamente erodida, perdendo controle do terreno e a capacidade de atuar como interlocutor…
muitos deles, foram empurrados para lá, como resultado de uma deliberada falta de moradia e a procura por um imóvel de subúrbio de prestação baixa com vista para as quatro direções. Muitos “Haredim” foram transportados para as cidades de cume das colinas cujos guardiões lhes construíram, e novos imigrantes foram empurrados para lá por falta de outros meios.
Nusseibeh: “…o direito de retorno deve ser exigido para eles para dentro do Estado palestino a ser estabelecido (e não para dentro do território do Estado de Israel), para aqueles que o desejarem, e uma razoável compensação para aqueles que escolherem ficar onde estão…”
Texto completo da Iniciativa de Paz apresentada pela Arábia Saudita e aprovada por unanimidade pela Liga dos Estados Árabes na Reunião de Cúpula em Beirute, março de 2002,
MANIFESTO Nós, abaixo assinados, palestinos, israelenses e judeus que vivemos na Inglaterra, estamos decididos a trabalhar juntos pela paz, e abominamos os ataques a civis inocentes por ambos os lados. Lamentamos profundamente a terrível perda de vidas humanas, o sofrimento dos cemitérios, e o corrente desrespeito de direitos humanos que …
Como podemos repetidamente ignorar o quadro geral e o claro sentido de que Israel, por suas ações e omissões, e especialmente pelo comportamento malévolo de seu primeiro-ministro, continua empurrando os palestinos para tais ações de modo que, uma após outra, eles irão nos fornecer mais “provas incontroversas”, das quais, de fato, não existe nenhum benefício aos nossos interesses?