Shin Bet descobre plano de extremistas para destruir o Estado de Israel

Seguranças do Fórum observam judeus ultranacionalistas protestando contra métodos de interrogatórios 'duros'

Investigação do Serviço Secreto e da polícia de Israel desvendou um plano para destruir o Estado de Israel e levou à incriminação de dois extremistas judeus suspeitos pela morte da família palestina Dawabsha no vilarejo de Duma, Cisjordânia.

Israel se conscientiza de que as ameaças existenciais que enfrenta não vêm apenas do seu entorno, mas também de dentro da sociedade israelense.

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Netanyahu – um show de horror e manipulação do medo

Netanyahu visita pub onde dois rapazes foram assassinados. Tel Aviv, 02|01|2016

Netanyahu não perde uma chance de fomentar o ódio contra os árabes de Israel.

Alguns discursos recentes , incompatíveis com um chefe de Estado democrático:
1. Nas últimas eleições em Israel, apelou aos judeus para votarem nele, “pois os árabes estavam indo em massa às urnas”;
2. Há poucos meses, declarou que o culpado pela decisão de Hitler pelo Holocausto havia sido um líder palestino;
3. Aproveita-se agora (leia o artigo) do sangrento atentado praticado por um “lobo solitário”, para apontar toda a comunidade árabe-israelense como suspeita de terrorismo.

Para se garantir no pode, Bibi só quer ver o circo pegar fogo. Às custas de muito sangue inocente.

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Nós, defensores da paz e da democracia, não seremos silenciados !

Os defensores da paz em Israel não seremos silenciados!

O PAZ AGORA protesta contra golpe da ultra-direita contra a democracia israelense.

O governo de Netanyahu está implementando uma nova lei que impõe novos procedimentos para a transferência de recursos a organizações não lucrativas que recebem fundos do exterior, mirando cercear as atividades de instituições da sociedade civil que defendem os direitos das minoria e a paz com os palestinos.

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“Lei da Transparência” procura restringir ONGs progressistas em Israel

Governo Netanyahu promove em Israel uma lei para controlar ONGs pacifistas.

União Europeia alerta contra legislação “que traz reminiscências de regimes totalitários”, comparando-a às adotadas na Rússia do presidente Putin ou no Egito do marechal al Sissi.

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