Israel não é mais um refúgio seguro ?

Bibi - o Ministro do Crime de Guerra

Netanyahu merece críticas severas, com declarações documentadas de seus membros da coalizão e dele mesmo que constituem crimes de guerra, pedindo a “emigração voluntária” da população de Gaza, a destruição completa de Gaza e até sugerindo opções nucleares. Simultaneamente, o governo priorizou proteger o Primeiro-Ministro da responsabilidade em vez de garantir a libertação de reféns ou estabelecer uma Comissão de Inquérito. A confusão entre antisionismo e antissemitismo, uma estratégia defendida pelo próprio Netanyahu, saiu pela culatra de forma catastrófica, enquanto as ações violentas dos colonos judeus na Cisjordânia corromperam ainda mais o significado do sionismo.

Bibi presidiu a transformação de Israel de uma nação com excelentes relações internacionais para um Estado Pária, enquanto judeus ao redor do mundo enfrentam ataques em países que nunca antes demonstraram antissemitismo.

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Resposta: ‘Nakba contínua’ expressa sofrimento palestino, mas é apenas parte da verdade

Daniel Golovaty:

– Solução de Dois Estados é a única justa, bem como abdicação por Israel de territórios e desmantelamento de assentamentos na Cisjordânia;

– Parte da comunidade internacional não está contra o Estado judeu, mas contra o governo de Binyamin Netanyahu e seus crimes em Gaza;

– Nos países ocidentais, as forças regressivas e antissemitas se encontram sobretudo em movimentos políticos da sociedade civil, convergindo para o antissionismo, que herda a carga do velho antissemitismo;

– A Nakba foi a fuga/expulsão de palestinos que derivou da posição árabe de rejeitar a decisão da Assembleia Geral da ONU para a partilha da Palestina em dois Estados e partir para uma guerra de extermínio contra os judeus da região;

– Como sabem até as pedras de Jerusalém, a Solução de Dois Estados para dois povos é a única solução possível e justa para o conflito israelense-palestino, pois é a única que atende aos inalienáveis direitos de autodeterminação e segurança de ambos os povos.a

– Falar em paz sem desocupação é fraude. Mas falar em paz sem renúncia ao direito de retorno ao território sobrano de Israel também é fraude.

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Receitas para um ano novo feliz

Receitas para um Ano Novo com esperança

Rab. SHARON BRUS – prédica de Rosh Hashaná, face às imagens de um refém cavando a própria coVa e famílias famintas em Gaza… | Yuval Harari

– JOHN OLIVER disseca os antecedentes de Netanyahu;
– PETER BEINART e JON STEWART dialogam sobre os rumos do judaísmo e do sionismo após a destruição de Gaza

Que este cessa-fogo precário conduza a uma PAZ JUSTA E DURADOURA ENTRE DOIS ESTADOS – ISRAEL E PALESTINA!

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Israelenses estão sendo punidos coletivamente, assim como meu governo faz com palestinos, diz Fania Oz | entrevista 6/10 e palestra 14/10

Fania Oz

Entrevista de Fania Oz em 05|10|25

Filha do renomado romancista Amós Oz, morto em 2018, Fania Oz ocupa uma posição incômoda na sociedade israelense atual: a de uma moderada.

Ainda traumatizada pelos ataques de 7 de outubro de 2023, que completam dois anos nesta terça-feira (7), a historiadora diz que os atentados terroristas do Hamas não podem ser uma desculpa para o que ocorre no território palestino.

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Antissemitismo, Crise e Consciência

Antissemitismo, Crise e Consciência:

… Confundir, como faz Arlene Clemesha, coisas bem diferentes, associando “o JUDAÍSMO” aos atos do governo israelense, resvala para o conhecido modus operandi do antissemitismo, caracterizado pela culpabilização coletiva dos judeus, que passam a ser vistos como uma entidade abstrata, indiferenciada e essencializada.

… De forma igualmente deturpada, o SIONISMO aparece no discurso da professora reduzido a uma ideologia colonialista e racista: não como o movimento nacional do povo judeu pelo seu direito — e, diga-se, necessidade histórica — de ter um lar nacional, mas como um empreendimento colonial exclusivamente guiado por um impulso perverso e conspiracionista, do qual todos aqueles judeus (mas, nota bene, esta imputação alcança apenas os judeus) que defendem o direito judaico à autodeterminação seriam, a um só tempo, cúmplices e agentes.

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https://www.pazagora.org/2025/05/antissemitismo-crise-e-consciencia/

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QUO VADIS ISRAEL?

A Guerra dos Seis Dias se transformou no divisor das águas da região em geral e da sociedade israelense em particular. Em poucos anos, a política para lograr a paz em troca de territórios conquistados tornou-se obsoleta. Veio a guerra do Yom Kipur, a derrocada dos trabalhistas, a chegada de Menachem Begin e a direita ao poder e, acima de tudo, o câncer nacionalista violento e racista .

Grupos religiosos colonizadores, a princípio excêntricos e ilegítimos, hoje decidem o destino do país. 

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A verborragia odiosa de Lula

A tradição pacificadora do Itamaraty no Oriente Médio, sempre promoveu boas relações com todas as partes – o que se destaca desde a Resolução da Partilha, em 1947 e até há poucos meses, na Presidência do Conselho de Segurança da ONU

Esta tradição está sendo destroçada.

O Brasil desde sempre apóia a Solução de Dois Estados e tem condições privilegiadas para ter um papel importante em sua implementação.

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