A separação entre israelenses e palestinos é viável geográfica e demograficamente. A profundidade estratégica de Israel não mais se iniciaria no Vale do Rio Jordão, mas na fronteira entre Jordânia e Iraque.
Shimon Peres morreu sem ver o sonho da paz entre israelenses e palestinos se concretizar, na solução de 2 Estados, que defendeu até o fim.
Foi-se o Construtor da Paz. Fica Netanyahu, o que mais a combateu.
Lançamento em SP 12|09 > Novo livro de Paulo Blank – Mentch – reconstitui a saga de um menino. filho de imigrantes fugidos da Europa nazista, na Praça Onze do Rio de Janeiro, “aldeia” onde fervilham idéias sionistas, socialistas e de conflitos de classes.
Para milhões de israelenses, os assentamentos construídos nos territórios ocupados em 1967 ameaçam a existência de Israel como Estado judeu e democrático.
A ocupação perpetua violações de direitos humanos de palestinos e inviabiliza um futuro de paz.
” Não falar de paz sem falar de luta contra a ocupação. E não falar de luta contra a ocupação sem falar de uma paz justa e do respeito à autodeterminação de ambos os povos”.
“Espero que seu sacrifício seja lembrado por seu cuidado pelos outros. Ela acreditava, como nós, que o amor é muito mais poderoso do que o ódio”.
As palavras do marido de Dafna Meir vão direto ao coração e reverberam por todo o país, disse o presidente de Israel
Embora a participação no ‘Parents Circle’ implique a perda violenta de pessoas próximas e queridas, o Fórum tem trabalhado, incansavelmente e há anos, na promoção de entendimento entre israelenses e palestinos, de forma a trazer a paz.
Acabar pacificamente com a ocupação israelense é uma questão legítima e importante de justiça social – e a comunidade pró-Israel deve trata-la como tal.
O que vivemos neste início do século XXI não é um choque de civilizações, nem um conflito entre Ocidente e mundo árabe ou entre ricos e pobres. É um choque entre os fanáticos e o resto de nós. E há fanáticos de todos os tipos e inclinações políticas e religiosas.