Jerusalém: entre uma Capital em Conflito Eterno e a Capital de Dois Estados em Paz

Planeja-se a construção de um grande bairro judeu no outro lado da Linha Verde, em território que nem um único país, além de Israel, reconhece como território soberano israelense.

Atarot teria prédios com não mais do que nove andares, com varandas onde as pessoas podem construir sukot, com lotes para sinagogas e mikves, sob medida para ultra-ortodoxos.

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Editorial Haaretz | Convocação

As ações dos colonos incluem o corte e queima de oliveiras, incêndio de mesquitas, depredação de automóveis, abate de ovelhas em pastagens palestinas, roubo de colheitas, uso de drones para espionar palestinos e ataques a agricultores e pastores com cães, pedras e até mesmo armas de fogo.

O governo e os colonos compartilham um objetivo comum: o de arrancar o controle de quanto território palestino da Cisjordânia for possível, empurrrando os palestinos para enclaves densamente habitados e não-contíguos.

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Jerusalém – Rumo à Paz

A nova proposta defende uma perspectiva local, focada na cidade de Jerusalém, em vez da perspectiva exclusiva de cima para baixo, liderada pelo Estado, que condicionava as conversações para status final anteriores.

“Jerusalém Aberta” considera a cidade como uma entidade urbana viva além de seu inquestionável status histórico, religioso ou nacional-simbólico.

O bem-estar urbano, a abertura, a inclusão e a sustentabilidade não significam que a cidade seja menos segura.

Quase metade da força de trabalho de Jerusalém Oriental trabalha no lado ocidental e ganha seus salários lá. Palestinos em Jerusalém Oriental visitam os shoppings de Jerusalém Ocidental mais do que nunca, usam seu transporte público e estudam em suas universidades e faculdades.

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Retomada de registro de imóveis na área ‘C’ da Cisjordânia: violação da Lei Internacional e de direitos palestinos

Yesh Din:

Promover o registro de imóveis na maneira a ser determinada por Israel, por agentes públicos que buscam abertamente seus objetivos político-ideológicos na Cisjordânia, sem levar em conta os interesses da população palestina na concepção e execução do processo, irá inevitavelmente prejudicar indivíduos e comunidades palestinas.

O registro serviria como mais um elemento da política de despossessão dos palestinos das terras da área ‘C’ e de transferências destas para mãos de israelenses.

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Terroristas de Assentamentos judeus atacam palestinos e ativistas de Direitos Humanos na Cisjordânia

Terroristas judeus estão tentando forçar uma realidade de supremacia judia nos Territórios. Não hesitam em agredir um agricultor, um ativista ou uma autoridade”.

Nós havíamos alertado contra a escalada no fim de semana passada e publicamos uma Carta Aberta ao Ministro da Defesa, sem nenhum efeito. Esta violência é sancionada pelo Estado. A negação dos direitos foi normalizada no decorrer de 54 anos de Ocupação. Exigimos ação agora!

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Advogada Israelense de Direitos Humanos aprende a dureza de fazer política

“Não há razão para que a Lei Estado Nação,não possa dizer em seu início que este não é apenas o Estado dos judeus, mas também o Estado de todas as minorias que nele vivem.

Hoje, após 15 anos de governos de Netanyahu, alternativa, caso o Meretz não entrasse na coalizão seria um governo de direita, ultra-ortodoxo, Kahanista, messiânico.

Quando você invoca leis diferentes no mesmo lugar para duas populações diferentes, esta é exatamente a definição de apartheid.”

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