SIM À PAZ -150.000 homenageiam Rabin, 30 anos após assassinado. Quem o matou está no governo!

Rabin foi assassinado por um extremista judeu kahanista, militante do partido Kach e colega dos atuais ministros Smotrich e Ben-Gvir. Supremacistas fanáticos, opõem-se à entrega de territórios da Cisjordânia para os palestinos, prevista nos acordos de Oslo. Eles acreditavam que Rabin merecia morrer segundo preceitos religiosos distorcidos – se alguém quer te matar., você deve matá-lo antes.

A situação atual é ainda mais perigosa para o futuro de Israel como democracia. E o governo foi tomado por terroristas messiânicos e racistas.

Yitzhak Rabin mostrou o caminho e devemos retomá-lo, antes que a insanidade seja irreversível!

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Resposta: ‘Nakba contínua’ expressa sofrimento palestino, mas é apenas parte da verdade

Daniel Golovaty:

– Solução de Dois Estados é a única justa, bem como abdicação por Israel de territórios e desmantelamento de assentamentos na Cisjordânia;

– Parte da comunidade internacional não está contra o Estado judeu, mas contra o governo de Binyamin Netanyahu e seus crimes em Gaza;

– Nos países ocidentais, as forças regressivas e antissemitas se encontram sobretudo em movimentos políticos da sociedade civil, convergindo para o antissionismo, que herda a carga do velho antissemitismo;

– A Nakba foi a fuga/expulsão de palestinos que derivou da posição árabe de rejeitar a decisão da Assembleia Geral da ONU para a partilha da Palestina em dois Estados e partir para uma guerra de extermínio contra os judeus da região;

– Como sabem até as pedras de Jerusalém, a Solução de Dois Estados para dois povos é a única solução possível e justa para o conflito israelense-palestino, pois é a única que atende aos inalienáveis direitos de autodeterminação e segurança de ambos os povos.a

– Falar em paz sem desocupação é fraude. Mas falar em paz sem renúncia ao direito de retorno ao território sobrano de Israel também é fraude.

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Antissemitismo, Crise e Consciência

Antissemitismo, Crise e Consciência:

… Confundir, como faz Arlene Clemesha, coisas bem diferentes, associando “o JUDAÍSMO” aos atos do governo israelense, resvala para o conhecido modus operandi do antissemitismo, caracterizado pela culpabilização coletiva dos judeus, que passam a ser vistos como uma entidade abstrata, indiferenciada e essencializada.

… De forma igualmente deturpada, o SIONISMO aparece no discurso da professora reduzido a uma ideologia colonialista e racista: não como o movimento nacional do povo judeu pelo seu direito — e, diga-se, necessidade histórica — de ter um lar nacional, mas como um empreendimento colonial exclusivamente guiado por um impulso perverso e conspiracionista, do qual todos aqueles judeus (mas, nota bene, esta imputação alcança apenas os judeus) que defendem o direito judaico à autodeterminação seriam, a um só tempo, cúmplices e agentes.

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https://www.pazagora.org/2025/05/antissemitismo-crise-e-consciencia/

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O PRINCIPAL CULPADO É NETANYAHU !

Netanyahu não é o “protetor de Israel”!

Leia artigo do jornalista e pacifista (veterano ativista do PAZ AGORA, sequestrado há 500 dias do kibutz Nir Oz
que fundou e agora libertado morto com a família Bibas.

Veja a sucesssão de erros e crimes perpetrados pos Netanyahu, que deve ser responsabilizado.

Às falhas relacionadas por Oded Lifshitz em 2019 devem ser acrescidos erros monumentais desde aquela data, destacando os processos por suborno e interferência na compra de submarinos, a desmobilização da defesa dos kibutzim e cidades em torno de Gaza, sobre a qual já havia evidências de um próximo ataque mortífero do Hamas (que vitimaria entre milhares de inocentes o próprio autor).

A posição internacional de Israel está se deteriorando a níveis nunca vistos, face à transgressão de limites nas ações de guerra. O próprio Netanyahu está sendo processado por crimes de guerra.

Tais crimes estão provocando a maior onda mundial de antissemitismo, que atinge todas as classes sociais e a opinião pública universitária, até mesmo aqui no Brasil.

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PALESTINA É, SIM, UM ESTADO

https://www.pazagora.org/2024/05/palestina-e-sim-um-estado/

Manter a Palestina como território subjugado apenas interessa a quem não vê ali seres humanos dignos de proteção internacional; àqueles cabe a escória da história e a prisão em Haia.

Mesmo que não leve à punição dos denunciados, a iniciativa do procurador Khan contribui para restabelecer as balizas morais derrubadas por defensores viscerais de palestinos e israelenses. Sua denúncia reconhece que os dois lados do conflito têm demandas legítimas por justiça e que a lei deve protegê-los igualmente.

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O Retorno da Grande Mentira 

O Retorno da Grande Mentira

A “Esquerda” Antissionista bebe na fonte do Nazismo

Após a Segunda Guerra Mundial, o bloco soviético passou a propagar a mentira de um complô internacional sionista para submeter povos árabes. 

Interpretações distorcidas e difamatórias do conceito de sionismo vem sendo difundidas desde então por setores políticos – com clara ou disfarçada conotação antissemita. 

O sionismo, como manifestação do direito de emancipação nacional do povo judeu é tão legítimo como o de quaisquer povos, como inclusive o que legitima a construção de um Estado Palestino

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