Categoria: Democracia
Primavera em pleno inverno no Cairo
Após a revolta popular que levou à queda do ditador Hosni Mubarak, em 11/2, os egípcios assimilam os acontecimentos, refletem sobre o papel da TV e dos jovens e, com bom humor, especulam sobre circunstâncias e consequências da revolução…
ElBaradei diz que se preocupa com exército no Egito
Os governos ocidentais tem que entender que para ter credibilidade é preciso ficar ao lado do povo. E entender que uma paz duradoura no Oriente Médio só virá quando houver democracias. O que temos com Israel é paz entre governos. Mas pergunte a qualquer egípcio na rua e ele dirá que a paz verdadeira só acontecerá quando os palestinos tiverem seu Estado…
Democracia árabe será boa para Israel
O desenvolvimento da democracia no mundo árabe deverá produzir tratados de paz com Israel, mais fortes e duráveis…
Fogo e tempestade no mundo árabe
Observadores e analistas políticos discutem sobre o provável papel da Irmandade Muçulmana, maior grupo oposicionista que, apesar de proibido e perseguido pelo regime, ganhou 80 assentos no parlamento nas últimas eleições. A percepção e a consciência de que regimes não democráticos constituem uma anomalia no mundo moderno são muito agudas entre os jovens manifestantes, avessos a um regime militar e ditatorial.
Milhares de israelenses marcham contra a “caça às bruxas”
Milhares de israelenses marcharam em Tel-Aviv para protestar contra a decisão do governo de investigar organizações de direitos humanos e de esquerda. Somos os porta-vozes de uma voz clara em defesa dos direitos humanos e da democracia e contra o racismo, o macartismo. Continuaremos a lutar pelos valores democráticos, liberdade de expressão, direitos iguais para os cidadãos e fim da ocupação…
Eu amo o meu país
Israel tem todo o direito de se defender – e deve fazê-lo – mas a segurança não pode ser usada como justificativa de atos condenáveis. Tais atos precisam ser investigados e julgados, e seus perpetradores processados.
A revolução (árabe) será twittada
As autocracias do mundo árabe, esse colosso de 22 países e 350 milhões de habitantes, resistiram sordidamente às ondas liberalizantes pós-queda do Muro de Berlim, usando todo tipo de artifício, principalmente a opressão, a corrupção e o fantasma do islamismo extremado.
Ser suspeito
Quem viver, verá
Aderir ao que a maioria eventual na opinião pública israelense acredita ser possível é um equívoco insustentável, pelos dados presentes. Maiorias podem eleger rabinos fanáticos, demagogos, populistas e cavar sua própria desgraça, dentro da mais estrita legalidade institucional…




