Rabinos israelenses proíbem aluguel de casas a cidadãos árabes
Prefeito de Haifa: “Esses rabinos ateiam fogo contra a coexistência (entre árabes e judeus). Suas implicações são mais destrutivas do que o incêndio que arrasou os bosques do Carmel”.
Prefeito de Haifa: “Esses rabinos ateiam fogo contra a coexistência (entre árabes e judeus). Suas implicações são mais destrutivas do que o incêndio que arrasou os bosques do Carmel”.
Ex-deputada pelo Meretz acredita que – desde o assassinato de Rabin – a consciência pública foi engajada numa luta entre duas visões de mundo: Israel vivendo em paz com o povo palestino ou Israel como país fanático e desconectado de sua região.
Com o slogan “Combatamos o racismo, retornemos ao sionismo”, 300 pessoas, na maioria estudantes e membros de movimentos juvenis, se reuniram em Jerusalém. No 15º aniversário do assssinato de Yitzhak Rabin, protestaram contra emenda à Lei da Cidadania.
Israel precisaria tanto de inimigos externos quanto externos, uma sensação constante de emergência. Porque a paz, seja com os palestinos dos territórios ocupados ou com os palestinos em Israel, poderia enfraquecê-los ao ponto de um risco existencial. Para os direitistas, negociações para partilhar a terra seriam um perigo existencial, porque estas reconheceriam direitos iguais aos palestinos, assim prejudicando o status singular dos judeus em Israel.
Eleição borra diferenças entre líderes; pesquisas dão vitória a ex-premiê Netanyahu. Obama é única esperança da esquerda para um acordo com palestinos…