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Entre a Bomba e a Paz – Uma Análise Geopolítica
Enquanto o Irã vai progredindo na direção de uma capacidade nuclear militar, a região inteira se aproxima do cenário de pesadelo de um Oriente Médio com múltiplos atores nucleares.
A segurança futura de Israel passa por uma possível aliança regional com os países sunitas, de preferência acompanhada de um acordo de paz com os palestinos.
BENNY GANZ dialoga com J-LINK
J-LINK …As ações de Israel desrespeitam a Lei Internacional e violam gravemente Direitos Humanos. Como resultado, elas ferem a própria democracia de Israel e podem tensionar suas relações com os países democráticos em todo mundo.
B.GANTZ: … eu mantive e continuo mantendo a convicção de que devemos buscar uma solução justa e duradoura que envolva duas entidades separadas vivendo lado-a-lado em paz.
J-LINK: O ACORDO ISRAEL – EMIRADOS ÁRABES UNIDOS
E1 | URGENTE | Netanyahu está inviabilizando Estado Palestino
A construção em E1 é considerada fatal para a perspectiva de uma Solução de Dois Estados, pois divide a Cisjordânia em duas partes isoladas (Norte e Sul) e impede o desenvolvimento de uma metrópole central unindo Ramallah, Jerusalém Oriental e Belém na Cisjordânia.
Além de isolar Jerusalém Oriental dos demais territórios palestinos.
Curso | Da Ocupação à Anexação | Frank Lowenstein
EUA salvam Netaniahu dele mesmo. De novo.
A aliança com os países sunitas, contra o Irã e sob a égide dos americanos, é infinitamente mais importante do que a aplicação da lei israelense nas colônias, que poderia colocá-lo em dificuldades com a comunidade internacional e talvez reanimar a resistência palestina.
É duvidoso que os países do Golfo tenham desistido da parte central da Iniciativa Árabe de Paz de 2002 [LEIA AQUI NA ÍNTEGRA]: reconhecimento de Israel e relações diplomáticas plenas com todos membros da Liga Árabe em troca do estabelecimento de um estado palestino.
Contra a Anexação – Fora Bibi!
Fatos inconvenientes para quem defende Um Estado Único
‘Lei da Propriedade de Ausentes’: como Confiscar Propriedades de Palestinos
O governo israelense provavelmente dirá que não pretende declarar os ativos palestinos na Cisjordânia como ‘propriedade de ausentes’. Mas a conduta de Israel na Jerusalém Oriental após sua ocupação em 1967 indica que, no momento em que a lei é aplicada, sempre poderá ser usada em alguma constelação política.






