Enquanto o mundo focaliza Gaza, colonos na Cisjordânia anunciam nova ‘NAQBA’!

Enquanto os israelenses monitorizam de perto o risco de abertura de uma frente norte na guerra, há aqueles que encorajam deliberadamente a abertura de uma frente oriental. Não há outra forma de o dizer: os colonos também estão tentando arrastar Israel para uma guerra na Cisjordânia.

A coalização e seu líder Netanyahu, abandonaram as comunidades fronteriças de Gaza e deixaram-nas indefesas. O EDI concentrou-se em dar segurança para todos os caprichos dos colonos da Cisjordânia, eventualmente dando cobertura a ataques de colonos a palestinos. Quando as pessoas perguntam onde estava o EDI [no 7 de outubro] parte da resposta é: nos territórios Ocupados.

O governo agora está armando os colonos, que prometem aos palestinos uma nova NAQBA.

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Permissão permanente a Pogroms contra palestinos | HAARETZ

Sexta-feira 7|7 > marcha conjunta de israelenses e palestinos contra a violência dos colonos.

PERMISSÃO PERMANENTE A PROGROMS CONTRA PALESTINOS

Segundo dados da ONU, entre o início do ano e 18 de junho, colonos israelenses perpetraram 441 ataques contra palestinos, 10 deles em Turmus Ayya. Do total, 112 terminaram não apenas com danos materiais , mas também com lesões físicas. Em 2022, foram 849 ataques de colonos e, no ano anterior, 496. Na maioria desses casos, os órgãos de segurança pública não procuraram os envolvidos e não levaram nenhum suspeito a julgamento.

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Haaretz: os EUA devem se abster AMANHÃ na votação sobre assentamentos israelenses no Conselho de Segurança da ONU

Haaretz: – os EUA devem se abster AMANHÃ na votação sobre assentamentos israelenses no Conselho de Segurança da ONU

Se os Estados Unidos têm em mente os melhores interesses de Israel, não devem frustrar uma iniciativa internacional contra a expansão do empreendimento de assentamentos.

Os EUA têm hoje uma responsabilidade histórica: a de deter a louca marcha da minoria de colonos judeus rumo à anexação de fato de Territórios destinados a um futuro Estado Palestino.

A alternativa é uma guerra sem fim.

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38% dos Postos Avançados que Israel quer “Legalizar” estão em Terras Privadas de Palestinos

Outposts que estão sendo retroativamente “legalizados”
situam-se em maioria profundamente dentro da Cisjordânia, e afastados da Linha Verde que define as fronteiras pré-1967.

TODO DESLOCAMENTO DE POPULAÇÃO OCUPANTE PARA TERRITÓRIO OCUPADO’ É CONDENADO PELAS LEIS INTERNACIONAIS.

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PAZ AGORA e a tentativa de criação de novos assentamentos ilegais

Milhares de ativistas da organização de colonos Nachalá, estabeleceram nesta quarta-feira sete acampamentos ilegais em vários locais da Cisjordania.

Alertados com antecedência pelo PAZ AGORA, todas instalações foram desmanteladas.

O Nachalá tem recursos financeiros e apoio dos políticos de extrema-direita para retomar a Iniciativa.

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Israelenses Choram com a Ucrânia, mas ignoram a sua Ocupação da Cisjordânia

Uma realidade de dominação e opressão por uma nação contra outra, onde uma lei se aplica aos judeus e outra diferente aos palestinos…, os primeiros tendo direitos políticos e os últimos não, e quando esse estado de coisas não pode ser descrito como temporário – esta é uma realidade do apartheid.

Quando um garotinho coloca a mão sobre os olhos e diz que não há ninguém na frente dele, isso é fofo. Quando uma nação coloca a mão sobre seus olhos e diz que não há ninguém na frente dela, ela precisa urgentemente de terapia.

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Após encontro com Biden, governo israelense promove expansão da Ocupação

E-1 permite contiguidade territorial legando Belém, Jeruslém Oriental e Ramallah

O plano de construir no território “E1” é considerado excepcionalmente letal para as chances de paz e para a Solução de Dois Estados, pois  corta transversalmente a Cisjordânia e impede o desenvolvimento do núcleo metropolitano ligando Ramallah, Jerusalém Oriental e Belém.

Este plano representa uma ameaça real à chance para paz. Em vez de alavancar o encontro com o presidente Biden para um melhor futuro para a região, o governo está promovendo as perigosas políticas de  Netanyahu.

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Corte Internacional de Haia apura CRIMES de GUERRA de Israelenses e Palestinos

O embaixador de Israel na ONU qualificou a decisão do Tribunal Penal Internacional de “antissemita” e afirmou que minava a capacidade das democracias de lutar contra o terrorismo. O primeiro-ministro de Israel declarou que “a ICC se confunde sobre os verdadeiros crimes de guerra, e ao contrário, persegue Israel, o país que possui um sólido estado democrático, e respeita o estado de direito”.

Para Yael Ronen, estas posições são parte do léxico interno israelense, no qual qualquer crítica a Israel é etiquetada como “antissemita” para que se possa descartá-la sem discutir os fatos. São parte de uma linguagem que ignora o fato de Israel exercer o controle em vários níveis sobre quatro milhões de pessoas em Cisjordânia e Gaza, e mantém um regime que não tem nenhuma pretensão de ser democrático.

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