Categoria: Justiça
ISRAEL 72 ANOS !
“… O Estado de Israel promoverá o desenvolvimento do país em benefício de todos os seus habitantes; será baseado nos preceitos de liberdade, justiça e paz ensinados pelos profetas hebreus; defenderá total igualdade social e política para todos os seus cidadãos, sem distinção de raça, credo ou sexo…”
Sim, nós sionistas podemos governar com a minoria árabe
Reconhecendo que a Lista Unida constitui uma representação fiel dos árabes em Israel, os representantes do Azul e Branco tem a oportunidade de seguir os antigos líderes sionistas, como Moshe Sharett, Levi Eshkol e Menachem Begin, que advogaram baixar os muros entre judeus e árabes em Israel.
A verdade é que é possível ter um governo sionista com a ajuda – por fora e por dentro – da Lista Unida, baseando-se nos princípios que nortearam o movimento sionista desde sua criação
Israel aprova novo assentamento na Hebron ocupada
PAZ AGORA: O novo ministro da Defesa, Naftali Bennett, de ultra-direita, não tem muitas credenciais para o posto estrito. Mas sua pasta é responsável pela Administração dos Territórios Ocupados e ele já começou avançando os limites da ocupação.
O assentamento em Hebron é a face mais horrível do controle por Israel dos Territórios. Para manter a presença de 800 colonos em meio a 250 mil palestinos, ruas inteiras da cidade são interditadas a palestinos.
Novo governo de Israel 4ªf? Bibi recorre ao racismo explícito
Fala de Netanyahu de que os deputados da Lista Unida buscavam “destruir o país’, fez eco à sua mensagem antes da última eleição, advertindo contra um possível “governo fraco secular de esquerda” que dependeria de árabes que querem nos destruir a todos – mulheres, crianças e homens”..
“Todos nós, árabes e nossos parceiros judeus, continuaremos a lutar pela paz, igualdade, democracia e justiça social” , declarou Odeh.
Teshuvá – Libertar os oprimidos e quebrar os grilhões (Isaías)
A Proposta Eleitoral de Netanyahu: Guerra Agora
Netanyahu está enviando uma mensagem aos cidadãos de Israel, aos palestinos e ao mundo inteiro de que Israel prefere a continuidade de um conflito sangrento e a realidade de um Estado não democrático.
A anexação unilateral que promete, é um golpe nos moderados do lado palestino, que ainda acreditam no diálogo e numa solução de Dois Estados. E fortalece extremistas que querem a destruição de Israel.
Gaby Lasky recebe Prêmio Internacional de Direitos Humanos
Richard Zimler | Falando pelos Silenciados
Estimo a chance de escrever sobre pessoas cujas vozes foram sistematicamente silenciadas. Em Portugal, uma das palestras que mais gosto de dar se chama “Falando pelos Silenciados”. Ao longo dos últimos 20 anos, descobri que falar da perspectiva de gente que foi sistematicamente perseguida, brutalizada e esquecida me dá a energia – a lenta queima da raiva de que necessito para atravessar os dois ou três anos para escrever um novo romance. Também me faz sentir lutando no lado certo da história.
Por que romper o silêncio?
Uma das poucas razões por que os israelenses podem continuar se sentindo mais ou menos bem consigo mesmos e diante de outros países é que temos o Rompendo o Silêncio, o B’Tselem e o PAZ AGORA.
Eles mostram que mantemos uma luta permanente para alcançar a justiça social e ma imprensa razoavelmente livre.
É isso que garante uma boa imagem a Israel e nos assegura ter defensores em todo o mundo, gente que ainda nos olha com esperança e até admiração.





