Categoria: Processo de paz
Tishá B’Av e A Bomba-Relógio de Israel
Tishá B’Av e A Bomba-Relógio de Israel
No tempo em que recordamos a destruição do mundo de nossos ancestrais, talvez possamos empreender a difícil tarefa de empatizar com Outros, cujos mundos foram destruídos, de forma que possamos ajuda-los a reconstruí-los.
A anexação unilateral como resultado de decisão de governo mandaria para o espaço o assim chamado “princípio da temporalidade”, que permitiu o domínio sobre milhões de palestinos nos territórios, e estabeleceria um regime discriminatório com bases étnicas.
Transformaria Israel em um Estado de Apartheid – o fim do sonho de um Estado Judeu e Democrático.
Tishá B’av | Eles Usurparam nossas Bandeiras, Nós as Estamos Retomando
Protestos em Israel são ‘Voto de Não-Confiança’ no seu Sistema Democrático Corrupto
A situação em Israel após 12 anos do domínio de Netanyahu é similar, em certo sentido, à dos países árabes que conseguiram derrotar suas ditaduras em 2011, apenas para ver o caos reinar em seu lugar.
Gantz vaporizou a alternativa a Netanyahu, e uma maioria de membros do Knesset acabou sob as asas de um primeiro-ministro processado por grandes crimes.
Escrevendo a Essência do Sionismo com Amos Oz | 26|07|20
Contra a Anexação – Fora Bibi!
Fatos inconvenientes para quem defende Um Estado Único
Beinart e a Essência do Sionismo
Líderes dos EUA e Israel – megalomaníacos e criminosos – tentaram dirigir Israel para uma anexação unilateral de territórios da Cisjordânia, o que seria outro passo gigante na direção do apartheid de Um Estado.
Dezenas de líderes árabes e mundiais nos advertiram contra isso. Assim também fez uma boa parte do mainstream judaico-americano, e de sionistas progressistas da Diáspora.
Este sim é um modelo para ativismo futuro por parte de judeus sionistas em todo mundo: continuar lutando por uma Solução de Dois Estados – Palestina e Israel independentes.
Beinart Tocou no Nervo Exposto do Sionismo Liberal
O polêmico argumento de Peter Beinart por uma Solução de Um Estado (Não Judeu), por mais que seja falho, expõe a angústia do campo sionista da paz, que apóia a Solução de Dois Estados.
A narrativa israelo-palestina conciliatória não é de uma maioria judaica supressiva que discrimina uma minoria árabe, mas sim de dois movimentos nacionais envolvidos numa amarga e incessante luta pelo mesmo pedaço de terra.
‘Lei da Propriedade de Ausentes’: como Confiscar Propriedades de Palestinos
O governo israelense provavelmente dirá que não pretende declarar os ativos palestinos na Cisjordânia como ‘propriedade de ausentes’. Mas a conduta de Israel na Jerusalém Oriental após sua ocupação em 1967 indica que, no momento em que a lei é aplicada, sempre poderá ser usada em alguma constelação política.







