Violência assassina ameaça protestos anti-Bibi

Condenado à prisão perpétua em 1985, Avrushmi foi libertado em 2011, após cumprir 27 anos.
Antes das manifestações de hoje, Yona Avrushmi, que em 1983 lançou uma granada contra uma manifestação do PAZ AGORA, matando Emil Grunzweig, e ferindo outras lideranças, disse não ter planos para participar dos protestos diante da residência do primeiro-ministro, mas falou que “outros sabiam exatamente o que fazer”.

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Netanyahu Lançou a Parte Decisiva do Seu Plano: Incendiar Israel

Na véspera de Tishá B”Av, Netaniahu ainda não está sonhando criar um gabinete da reconciliação, previsto no acordo assinado com Benny Gantz no final de abril. Sua atenção está voltada para as próximas eleições. Ele prefere uma campanha sangrenta a qualquer tipo de reconciliação.

NOA canta pela PAZ e DEMOCRACIA em manifestação POPULAR

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Protestos em Israel são ‘Voto de Não-Confiança’ no seu Sistema Democrático Corrupto

A situação em Israel após 12 anos do domínio de Netanyahu é similar, em certo sentido, à dos países árabes que conseguiram derrotar suas ditaduras em 2011, apenas para ver o caos reinar em seu lugar.

Gantz vaporizou a alternativa a Netanyahu, e uma maioria de membros do Knesset acabou sob as asas de um primeiro-ministro processado por grandes crimes.

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Beinart e a Essência do Sionismo

Líderes dos EUA e Israel – megalomaníacos e criminosos – tentaram dirigir Israel para uma anexação unilateral de territórios da Cisjordânia, o que seria outro passo gigante na direção do apartheid de Um Estado.

Dezenas de líderes árabes e mundiais nos advertiram contra isso. Assim também fez uma boa parte do mainstream judaico-americano, e de sionistas progressistas da Diáspora.

Este sim é um modelo para ativismo futuro por parte de judeus sionistas em todo mundo: continuar lutando por uma Solução de Dois Estados – Palestina e Israel independentes.

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Beinart Tocou no Nervo Exposto do Sionismo Liberal

O polêmico argumento de Peter Beinart por uma Solução de Um Estado (Não Judeu), por mais que seja falho, expõe a angústia do campo sionista da paz, que apóia a Solução de Dois Estados.

A narrativa israelo-palestina conciliatória não é de uma maioria judaica supressiva que discrimina uma minoria árabe, mas sim de dois movimentos nacionais envolvidos numa amarga e incessante luta pelo mesmo pedaço de terra.

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