Categoria: Identidade
Neofascismo: um fenômeno planetário crescente
Teshuvá – Libertar os oprimidos e quebrar os grilhões (Isaías)
Dias de Reflexão
A primeira fundação sobre a qual nosso novo mundo será construído é um simples princípio humano – que todas pessoas vivendo neste lugar são elegíveis aos mesmos direitos humanos básicos: o direito de viver em dignidade e igualdade, o direito de influenciar sua vizinhança através do poder do voto e o direito à liberdade de manifestação.
Morrer em Łódź
Penso que Hannah Arendt falava de uma culpa muito mais profunda e perturbadora, que é a da normalização da violência, que traz o problema da responsabilidade muito mais perto de cada um de nós do que gostaríamos de reconhecer. Em graus diferentes, todos, de alguma maneira, nos insensibilizamos com os absurdos e tragédias que presenciamos no dia a dia, ou que nos chegam a cada momento pelos noticiários, por conformismo ou simplesmente para continuar sobrevivendo.
“Our Boys” – série da HBO traz à tona trauma nacional de Israel
“Our Boys”, série em 10 episódios que começou neste mês na HBO [também no Brasil] – provoca paixões em Israel, mostra que o fanatismo que alimenta os crimes de ódio está nos dois lados do conflito.
Se a competição de narrativas são a essência do conflito israelense-palestino, não faz nenhuma diferença onde você começa. Somos todos vítimas e todos perpetradores. Mas não vemos o sofrimento do Outro.
Gaby Lasky recebe Prêmio Internacional de Direitos Humanos
E se, na verdade, houver um parceiro para a paz?
É necessário compelir os passivos eleitores israelenses a refocalizar a principal questão existencial na política israelense: o conflito árabe-Israel e, especialmente seu cerne palestino.
Ehud Barak deveria ir a Mahmoud Abbas, comer uma torta de humildade e convencê-lo a unir forças para produzir um acordo negociável, duradouro e justo.
Richard Zimler | Falando pelos Silenciados
Estimo a chance de escrever sobre pessoas cujas vozes foram sistematicamente silenciadas. Em Portugal, uma das palestras que mais gosto de dar se chama “Falando pelos Silenciados”. Ao longo dos últimos 20 anos, descobri que falar da perspectiva de gente que foi sistematicamente perseguida, brutalizada e esquecida me dá a energia – a lenta queima da raiva de que necessito para atravessar os dois ou três anos para escrever um novo romance. Também me faz sentir lutando no lado certo da história.







