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Carta da J-Link ao ministro de Israel Bar-Lev, referente à Violência dos Colonos
J-LINK
A violência por colonos extremistas viola os valores do judaísmo, é moralmente intolerável, e corroe a segurança de Israel e dos seus cidadãos.
Saudamos calorosamente as suas declarações de condenação e suas promessas de impor uma aplicação mais rigorosa da lei contra os atos hediondos de tais criminosos. Juntamo-nos aos apelos de várias organizações israelenses para evacuar postos avançados ilegais, que violzm os direitos humanitários dos palestinos.
Grupos influentes Americanos-Judeus Instam o Governo de Israel a Agir contra a Violência de Colonos ‘Extremistas’ na Cisjordânia
“Os ataques servem como uma afronta ao Estado de Direito de Israel, à democracia israelense e aos valores judaicos, ao mesmo tempo em que minam a imagem e as relações de Israel com o governo dos Estados Unidos, o povo americano e o judeu americano”
…eles dificultam a apreciação das necessidades e esforços legítimos e contínuos de segurança de Israel para resolver o conflito israelo-palestino…
… Os signatários representam mais de três quartos das Congregações judaicas americanas
Editorial Haaretz | Convocação
As ações dos colonos incluem o corte e queima de oliveiras, incêndio de mesquitas, depredação de automóveis, abate de ovelhas em pastagens palestinas, roubo de colheitas, uso de drones para espionar palestinos e ataques a agricultores e pastores com cães, pedras e até mesmo armas de fogo.
O governo e os colonos compartilham um objetivo comum: o de arrancar o controle de quanto território palestino da Cisjordânia for possível, empurrrando os palestinos para enclaves densamente habitados e não-contíguos.
Terroristas de Assentamentos judeus atacam palestinos e ativistas de Direitos Humanos na Cisjordânia
Terroristas judeus estão tentando forçar uma realidade de supremacia judia nos Territórios. Não hesitam em agredir um agricultor, um ativista ou uma autoridade”.
Nós havíamos alertado contra a escalada no fim de semana passada e publicamos uma Carta Aberta ao Ministro da Defesa, sem nenhum efeito. Esta violência é sancionada pelo Estado. A negação dos direitos foi normalizada no decorrer de 54 anos de Ocupação. Exigimos ação agora!
Gershon Baskin: uma vida de militância pela Paz
” Quando li a Declaração de Independência da Palestina e, nela, a declaração de aceitação do Conselho Nacional Palestino, me convenci de que o movimento nacional palestino havia virado a página da história e estava preparado para participar daquilo que viria a ser um processo de paz com Israel, baseado na ideia de Dois Estados para Dois Povos. Finalmente havia chegado o momento que eu tanto havia esperado, desde o meu encontro com o embaixador da OLP em Nova York, em 1976″.
Israel Declara GUERRA à ÁGUA dos Palestinos
Família Hamamdi [ por Natasha Westheimer | Haaretz | 30|09|2021 ] Em 17|09, juntei-me a um grupo de ativistas na região de Masafer Yatta, Cisjordânia, para acompanhar um caminhão de entrega de água à família Hamamdi, três pessoas que vivem num pequeno vilarejo sem acesso a água corrente. Os militares …
SOS – Água para os palestinos ao sul de Hebron
Combatants for Peace Naftali Bennett, primeiro ministro transitório de Israel, disse à ONU na semana passada que “os israelenses não acordam de manhã pensando no conflito”. Nós pensamos! Após a horrorosa violência contra a nossa tentativa de trazer um tanque de água potável para a comunidade Hamamade nas colinas ao …
Os professores mais dedicados de antissemitismo vivem entre nós
HAARETZ | EVACUAR EVIATAR, SEM CONCESSÕES
Os colonos do outpost ilegal Eviatar concordaram em aceitar a oferta para evacuar o local, a eles proposta por representantes do governo. Suas altezas reais, senhores ladrões de terras, que criminosamente tomaram propriedades palestinas e sem um pingo de vergonha erigiram uma comunidade ilegal, dignaram-se a concordar com o “compromisso” formulado pelo novo governo israelense especialmente para eles.
Como em Eviatar, uma série de assentamentos se originaram de um compromisso entre os colonos e o governo, ou com uma instituição militar, com a ‘yeshivá hesder’ (misto de estudos religiosos e serviço militar) que ali se projeta.




